Gestantes, abandonem a culpa

Gestantes, abandonem a culpa!

É um período de mudanças e reviravoltas. São hormônios, medo do desconhecido, mudanças psicológicas, físicas, emocionais, pressão da sociedade, da família, enxoval, exames, visita ao médico obstetra, se pesar, medir barriga, cuidar da alimentação, muitas cobranças, palpiteiros de plantão…e por aí vai.

Além disso, a transformação da filha em mãe, a relação entre sexualidade e maternidade exigem da mulher uma nova forma de reorganização emocional que pode, muitas vezes, gerar angústias e dificuldades.

A cobrança realmente é enorme, principalmente no quesito sentimentos negativos. Parece que você não pode chorar, ficar triste, ficar sensível. Sim, não é o ideal, mas grávida é humana, né?

Até aí, ok. Mas a atenção precisa redobrar se esse sentimento de tristeza se tornar uma constante em seu estado de humor e identificar se isso se deve a situações traumáticas vividas por você como perdas gestacionais anteriores, doenças pré-existentes, fobias, mulheres que tiveram dificuldade em engravidar, ou fizeram tratamentos para engravidar, podem viver com medo de perder o bebê.

Há as mulheres que já são naturalmente ansiosas e por isso, mais tensas. Não ter o controle as deixa assim. Estar grávida é jogar-se em terreno desconhecido, não se tem a certeza nem controle sobre nada.

Quanto mais a gestante se sentir amparada e segura, melhor. Nos momentos de dúvida é importante que ela seja acolhida e encorajada diante do novo papel.

É imprescindível que a mulher evite guardar as dúvidas e os receios para si. Você não está sozinha e não precisa estar. Buscar ajuda e conselhos com um profissional pode ajudar e muito, nesses momentos em que sentir tristeza ou solidão, ou até mesmo quando parecer que o mundo está contra você. A terapia te ajuda na questão de ter o controle.

Você terá, porém o controle de suas emoções e da retomada da sua vida e um melhor preparo psicológico para a chegada do bebê.

Vivencie a sua gestação de maneira tranqüila e se torne mais confiante.

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